A pregação, como uma forma distinta de comunicação da vontade de Deus revelada na sua Palavra, está em declínio. Em muitas igrejas ela tem sido substituída por um número cada vez maior de atividades.
Há 30 anos atrás, o Dr. Martyn Lloyd-Jones foi convidado a proferir uma série de conferências no Westminster Theological Seminary, em Filadélfia. Nessas palestras, publicadas em 1971 com o título Pregação e Pregadores, ele enfatizou que a pregação é a tarefa primordial da igreja e do ministro, e explicou que estava ressaltando isso “por causa da tendência, hoje, de depreciar a pregação em prol de várias outras formas de atividade.”1 A situação não melhorou. John J. Timmerman observou, quase vinte anos depois, que “em muitas igrejas o sermão é uma ilha que diminui cada vez mais em um mar turbulento de atividades.”2
Mesmo igrejas de tradição reformada parecem estar sucumbindo paulatina, mas progressivamente, a essa tendência, e o lugar da pregação no culto tem perdido importância. John Frame, teólogo de tradição reformada, publicou há dois anos o livro Culto em Espírito e em Verdade: Um Estudo Estimulante dos Princípios e Práticas do Culto Bíblico. No livro o autor nega, entre outras coisas, que a pregação seja função restrita dos ministros da Palavra, ou mesmo dos presbíteros em geral, considera a dramatização e o diálogo métodos legítimos de ensino no culto público, e não vê razão pela qual um culto público não possa ser inteiramente musical.3 David Engelsma, outro reformado conhecido, observa, entretanto, que com base na negação de qualquer distinção entre o culto público oficial e o culto familiar, John Frame faz uma interpretação tão ampla do princípio regulador reformado, que este acaba se tornando sem sentido.4
Muitas são as razões para o declínio contemporâneo da pregação. O surgimento de novos meios de comunicação e de novas mídias interativas, a aversão do homem pós-moderno pela verdade objetiva ou absoluta, a secularização da sociedade, o afastamento do cristianismo das Escrituras, e a própria corrupção da pregação, em muitos púlpitos degenerada em eloqüência de palavras, demonstração de sabedoria humana, elucubrações metafísicas, meio de entretenimento, ou embromação pastoral dominical, certamente são algumas delas.5 Uma das principais razões, entretanto, diz respeito à concepção moderna da pregação, muitas vezes encarada como atividade meramente humana e pouco relevante, cuja eficácia depende fundamentalmente das habilidadesnaturais ou capacidade do pregador.
Todas estas tendências, influências e concepções produziram resultados devastadores sobre a pregação nos meios evangélicos. Ela tornou-se como que um apêndice no culto público, e as conseqüências, sem dúvida, se têm feito sentir na vida da igreja. Na perspectiva reformada, o declínio do lugar da pregação no evangelicalismo moderno é uma constatação seríssima. Se a teologia reformada com relação à pregação reflete o ensino bíblico, então muito do estado presente da igreja cristã, se explica como resultado desse declínio da pregação. Meu propósito com este artigo é apresentar, resumidamente, o ensino reformado concernente à natureza, importância, eficácia e propósito da pregação.
I. A NATUREZA DA PREGAÇÃOO conceito reformado de palavra de Deus é mais amplo do que aquele geralmente compreendido pela expressão. Ele inclui a palavra escrita: a Bíblia; a palavra encarnada: Cristo; a palavra simbolizada ou representada: os sacramentos do batismo e da ceia; e a palavra proclamada: a pregação.6 Na teologia reformada, portanto, a pregação da Palavra de Deus é palavra de Deus. Esta concepção de pregação é professada no primeiro capítulo da Segunda Confissão Helvética, de Bullinger, nos seguintes termos:
A Pregação da Palavra de Deus é palavra de Deus. Por isso, quando a Palavra de Deus é presentemente pregada na igreja por pregadores legitimamente chamados, cremos que a própria palavra de Deus é proclamada e recebida pelos féis; e que nenhuma outra palavra de Deus deve ser inventada nem esperada do céu...
Isto não significa identificação absoluta da palavra pregada com a palavra escrita. As Escrituras são definitivas e supremas, inerentemente normativas, enquanto que a autoridade da pregação é sempre delas derivada e a elas subordinada.7 Não significa também que a pregação seja inspirada ou inerrante. Os pregadores, por mais fiéis que sejam na exposição das Escrituras, não são preservados do erro como o foram os autores bíblicos. Muito menos significa que os ministros da Palavra sejam instrumentos de novas revelações do Espírito. O próprio documento reformado acima citado repudia essa idéia, ao afirmar que “nenhuma outra palavra de Deus deve ser inventada nem esperada do céu.”
A pregação da Palavra de Deus é palavra de Deus, primeiro porque é na condição de porta-voz, de embaixador, de representante comissionado por Deus, que o pregador fala (2 Co 5.20). “A natureza da obra do pregador,” observa Dabney, “é determinada pela palavra empregada para descrevê-la pelo Espírito Santo. O pregador é um arauto.”8 A pregação é palavra de Deus porque é entregue em nome de Deus, e debaixo da sua autoridade. Em segundo lugar, a pregação é palavra de Deus em virtude do seu conteúdo. Parker observa que a pregação recebe seu status de palavra de Deus das Escrituras. A pregação “é palavra de Deus, porque transmite a mensagem bíblica, que é a mensagem ou Palavra de Deus.”9 Enquanto a pregação refletir fielmente a Palavra de Deus, ela tem a mesma autoridade, e requer dos ouvintes a mesma obediência.10
Robert L. Dabney observa que o uso do termo arauto para descrever o ofício do pregador encerra duas implicações. Primeiro, que não lhe compete inventar sua mensagem, mas transmiti-la e explicá-la. Segundo, que o arauto
...não transmite a mensagem como mero instrumento sonoro, como uma trombeta ou tambor; ele é um meio inteligente de comunicação...; ele tem um cérebro, além de uma língua; e espera-se que ele entregue e explique de tal maneira a mente do seu senhor, que os ouvintes recebam, não apenas os sons mecânicos, mas o verdadeiro significado da mensagem.”11
Pregação, definiu Phillips Brooks, é a comunicação da verdade de Deus através da personalidade do pregador.12 Assim como a palavra inspirada não deixa de ser divina, embora escrita por autores humanos em pleno uso de suas peculiaridades humanas, assim também a palavra pregada não deixa de ser de Deus por ser mediada pela personalidade do pregador.
Na verdade, mais do que mero instrumento de comunicação da vontade de Deus, a pregação, na concepção reformada, é um dos meios pelos quais Cristo se faz presente na igreja. Assim como a fé reformada crê na real presença espiritual de Cristo nos sacramentos, crê também na sua real presença espiritual na pregação, pela qual ele salva os eleitos e edifica e governa a igreja.13 Essa concepção, em certo sentido sacramental da pregação, considerada como que uma epifania de Cristo,14 é afirmada freqüentemente por Calvino nas Institutas e em seus comentários.15 Leith observa que, nas Institutas (4.14.26), Calvino cita Agostinho, o qual referia-se às palavras como sinais, porquanto na sua concepção, “na pregação, o Espírito Santo usa as palavras do pregador como ocasião para a presença de Deus em graça e em misericórdia,” e, “nesse sentido, as palavras do sermão são comparáveis aos elementos dos sacramentos.”16
A concepção reformada de pregação como vox Dei é compartilhada por Lutero. Comentando João 4.9-10, o reformador pergunta: “Quem está falando [na pregação]? O pastor? De modo nenhum! Vocês não ouvem o pastor. A voz é dele, é claro, mas as palavras que ele emprega são na realidade faladas pelo meu Deus.”17 Condenando a tendência católica romana de transformar em sacramento tudo o que os apóstolos fizeram, Lutero afirma que se alguma dessas práticas tivesse que ser sacramentalizada, que a pregação o fosse.18
Foi Calvino, entretanto, quem elaborou mais detalhadamente a questão da natureza da pregação como “a voz de Deus.”19 Em seu comentário de Isaías ele afirma que na pregação “a palavra sai da boca de Deus de tal maneira que ela de igual modo sai da boca de homens; pois Deus não fala abertamente do céu, mas emprega homens como seus instrumentos, a fim de que, pela agência deles, ele possa fazer conhecida a sua vontade.”20 Comentando Gálatas 4.19, “até ser Cristo formado em vós,” Calvino enfatiza a eficácia do ministério da Palavra, afirmando que porque Deus “...emprega ministros e a pregação como seus instrumentos para este propósito, lhe apraz atribuir a eles a obra que ele mesmo realiza, pelo poder do seu Espírito, em cooperação com os labores do homem.”21 Para Calvino, a leitura e meditação privadas das Escrituras não substituem o culto público, pois “entre os muitos nobres dons com os quais Deus adornou a raça humana, um dos mais notáveis é que ele condescende consagrar bocas e línguas de homens para o seu serviço, fazendo com que a sua própria voz seja ouvida neles.”22 Por isso, quem despreza a pregação despreza a Deus, porque ele não fala por novas revelações do céu, mas pela voz de seus ministros, a quem confiou a pregação da sua Palavra.23 Ao falar Deus aos homens por meio da pregação, Calvino identifica dois benefícios: “...por um lado, ele [Deus], por meio de um teste admirável, prova a nossa obediência, quando ouvimos seus ministros exatamente como ouviríamos a ele mesmo; enquanto que, por outro, ele leva em consideração a nossa fraqueza ao dirigir-se a nós de maneira humana, por meio de intérpretes, a fim de que possa atrair-nos a si mesmo, ao invés de afastar-nos por seu trovão.”24
Os puritanos não pensavam de modo diferente. Eles viam o pregador da Palavra como um porta-voz de Deus.25 Eles afirmavam que “na fiel exposição da Palavra, Deus mesmo está pregando, e que se um homem está fazendo uma verdadeira exposição das Escrituras, Deus está falando, pois é a palavra de Deus, e não a palavra do homem.”26 “Não pode haver dúvida de que para estes adoradores, a pregação da Palavra tornou-se um sacramento verbal.’’27 John Owen, por exemplo, escreveu que “Cristo nos chama a si... nas pregações do evangelho, pelas quais ele é evidentemente crucificado diante de nossos olhos” (Gl 3.1).28 Mencionando a mesma passagem bíblica, Paul Helm comenta que, na pregação, os Gálatas como que viram a Cristo com seus próprios olhos.29 Ele também observa que “os protestantes geralmente enfatizam que a graça conferida nos sacramentos não é de natureza diferente e, certamente, não superior àquela conferida na pregação fiel... assim como os sacramentos são emblemas visíveis da graça de Deus, assim também é a pregação fiel.”30
II. A RELEVÂNCIA DA PREGAÇÃOEm virtude dessa elevada concepção da pregação como vox Dei, a fé reformada atribui à proclamação pública da Palavra de Deus a maior importância. Na tradição reformada a pregação é considerada como o principal meio de graça, como a tarefa primordial da igreja e do ministro da Palavra, como o elemento central do culto, como marca genuína da verdadeira igreja e como o meio por excelência pelo qual é exercido o poder das chaves.
A. O Principal Meio de GraçaNa teologia reformada a pregação é um meio de graça. Ela e a ministração dos sacramentos são as ordenanças pelas quais o pacto da graça é administrado na nova dispensação.31
De fato, na concepção reformada, a pregação é o mais excelente meio pelo qual a graça de Deus é conferida aos homens,32 suplantando inclusive os sacramentos. Os sacramentos não são indispensáveis; a pregação é. Os sacramentos não têm sentido sem a pregação da Palavra, sendo-lhe subordinados.33 Os sacramentos servem apenas para edificar a igreja; a pregação, além disso, é o meio por excelência pelo qual a fé é suscitada; é o poder de Deus para a salvação.34 Os sacramentos são como que apêndices à pregação do evangelho.35 É assim que reformadores e puritanos interpretam as palavras de Paulo em 1 Coríntios 1.17: “Porque não me enviou Cristo para batizar, mas para pregar o evangelho.” Para Calvino, os sacramentos não têm sentido sem a pregação do evangelho.36 Quando a ministração dos sacramentos é dissociada da pregação, eles tendem a ser considerados como práticas mágicas.37
A idéia puritana quanto à relevância da pregação não é diferente. Lloyd-Jones observou que “os puritanos asseveravam também que o sermão é mais importante que as ordenanças ou quaisquer cerimônias. Alegavam que ele é um ato de culto semelhante à eucaristia, e mais central no serviço da igreja. As ordenanças, diziam eles, selam a palavra pregada e, portanto, são subordinadas a ela.”38 Comentando Efésios 4.11, Hodge explica o papel do pregador como canal da operação do Espírito como segue:
Assim como no corpo humano há certos canais por meio dos quais a influência vital flui da cabeça para os membros, os quais são necessários à sua comunicação, assim também há certos meios divinamente designados para a distribuição do Espírito Santo, de Cristo para os diversos membros do seu corpo. Quais canais de influência divina são esses, pelos quais a igreja é sustentada e impulsionada, é claramente indicado no verso 11, no qual o apóstolo diz: “Cristo deu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas, e outros para pastores e mestres, com vistas ao aperfeiçoamento dos santos.” É, portanto, através do ministério da Palavra que a influência divina flui de Cristo, o cabeça, para todos os membros do seu corpo; de modo que onde o ministério falha, a influência divina falha. Isto não significa que os ministros, na qualidade de homens ou oficiais, sejam de tal modo canais do Espírito para os membros da igreja, que sem a intervenção ministerial deles, ninguém se torna participante do Espírito Santo. Significa, sim, que os ministros, na condição de despenseiros da verdade, são, portanto, os canais da comunicação divina. Pelos dons da revelação e inspiração, Cristo constituiu uns apóstolos e outros profetas para a comunicação e registro da sua verdade; e pela vocação interna do seu Espírito, ele constitui outros evangelistas e outros pastores, com vistas à sua constante proclamação e persuasão. E é somente (no que diz respeito aos adultos) em conexão com a verdade assim revelada e pregada, que o Espírito Santo é comunicado.39
Que graças são comunicadas por meio da pregação? A pregação é o meio pelo qual as pessoas adultas e capazes são externamente chamadas para a salvação.40 É a causa instrumental da fé e principal meio pelo qual a fé é aumentada e fortalecida, a igreja é edificada e o Reino de Deus é promovido no mundo.41 Pela pregação da Palavra a igreja é ensinada, convencida, reprovada, exortada e confortada.42
B. A Tarefa Primordial da Igreja e do PregadorNa concepção reformada, a pregação é a tarefa primordial da igreja e do ministro da Palavra.43 Em suas mensagens e escritos, os reformadores condenam insistente e duramente o clero romano por negligenciar a pregação. Incapacitados para a tarefa, os sacerdotes católicos delegavam a função a outros,44 e dedicavam-se a atividades secundárias, ou mesmo à ociosidade e à luxúria. A superficialidade e leviandade com que as pessoas participavam da missa era, para Lutero, culpa dos bispos e sacerdotes, que não pregavam nem ensinavam as pessoas a ouvir a pregação.45 Ele considera que:
...não há praga mais cruel da ira de Deus do que quando ele envia fome [escassez] de ouvir sua Palavra, como diz Amós [8.11s], como também não existe maior graça do que quando envia sua Palavra, conforme o Salmo 107.20: “Enviou sua Palavra e os sarou, e os livrou de sua perdição.” Também Cristo não foi enviado para outra tarefa do que para [pregar] a Palavra; também o apostolado, o episcopado e toda ordem clerical para outra coisa não foram chamados e instituídos do que para o ministério da Palavra.46
Para Lutero, “...quem não prega a Palavra, para o que foi chamado pela igreja, não é sacerdote de maneira alguma... quem não é anjo (mensageiro) do Senhor dos Exércitos ou quem é chamado para outra coisa que não para o angelato (por assim dizer), certamente não é sacerdote... Por isso também são chamados de pastores, porque devem apascentar, isto é, ensinar. O múnus do sacerdote é pregar. O ministério da Palavra faz o sacerdote e o bispo.”47
Calvino também condena repetidas vezes os sacerdotes e bispos por não pregarem o evangelho.48 Comentando Atos 1.21-22, quando Barsabás e Matias são indicados para preencher a vaga de Judas no apostolado, como testemunhas da ressurreição de Cristo, Calvino conclui com isso que o ensino e a pregação são funções essenciais do ministério.49
A Forma de Governo Eclesiástico Presbiteriano relaciona, entre as atribuições do ministro da Palavra, juntamente com a oração e a administração dos sacramentos, “alimentar o rebanho pela pregação da Palavra, de acordo com a qual deve ensinar, convencer, reprovar, exortar e confortar.”50
Esses documentos presbiterianos simplesmente refletem a concepção puritana. William Bradshaw, autor de uma das obras mais antigas sobre os puritanos comenta que, para eles, “o mais elevado e supremo ofício e autoridade do pastor é pregar o evangelho solene e publicamente à congregação.”51 Packer cita Owen para demonstrar que a pregação era, para os puritanos, “o principal dever de um pastor. De acordo com o exemplo dos apóstolos, eles devem livrar-se de todo impedimento a fim de que possam dedicar-se totalmente à Palavra e à oração.”52 Jonathan Edwards considerava a pregação do evangelho o principal dever do ministro.53 Em uma carta, ele comentou:
Devemos ser fiéis em cada parte das nossas obras ministeriais, e nos empenhar para magnificar nosso ofício. De maneira particular, devemos atentar para a nossa pregação, a fim de que ela seja não apenas sã, mas instrutiva, temperada, espiritual, muito estimulante e perscrutadora; bem pertinente à época e tempos em que vivemos, labutando diligentemente para isso.54
Dentre as passagens bíblicas que fundamentam essa característica da pregação reformada, as seguintes podem ser mencionadas: com relação a Jesus, Lucas 12.14 e João 6.14-15; com relação aos apóstolos, Atos 6.1-7 e 1 Coríntios 1.17; com relação aos evangelistas, precursores do ministério permanente da pregação da Palavra, 1 Timóteo 5.15; e com relação aos ministros permanentes da Palavra, Romanos 10.13-17 e 2 Timóteo 4.1-4.
C. A Centralidade da Pregação no CultoNo culto medieval, a pregação era considerada, no máximo, como elemento preparatório para a ministração e recepção dos sacramentos. Na concepção reformado-puritana, “a leitura das Escrituras, com santo temor, a sã pregação da Palavra e a consciente atenção a ela em obediência a Deus com entendimento, fé e reverência...,” são os principais elementos do culto a Deus na dispensação da graça.55 A Reforma restaurou a pregação à sua posição bíblica, conferindo a ela a centralidade no culto público.56
Na antiga dispensação, o elemento central do culto público era o sacrifício, uma pregação simbólica apontando para o sacrifício de Cristo. Na nova dispensação, havendo Cristo oferecido a si mesmo como o Cordeiro Pascal que tira o pecado do mundo, não há mais lugar para sacrifícios. A pregação da Palavra é a legítima substituta do sacrifício como atividade central do culto na dispensação da graça. O que o sacrifício proclamava de forma simbólica e pictórica na antiga dispensação, deve ser agora anunciado de forma oral, pela leitura e pregação da Palavra.
Com o propósito de restaurar a igreja em Genebra ao modelo bíblico, Calvino e outros redigiram as Ordenanças Eclesiásticas, um manual de governo eclesiástico e de culto. De acordo com as Ordenanças, a pregação da Palavra deveria ser o elemento essencial do culto público e a tarefa essencial e central do ministério pastoral.57 No seu prefácio aos sermões de Calvino sobre o Salmo 119, Boice observa:
Quando a Reforma Protestante aconteceu no século XVI e as verdades da Bíblia, que por longo tempo haviam sido obscurecidas pelas tradições da igreja medieval, novamente tornaram-se conhecidas, houve uma imediata elevação das Escrituras nos cultos protestantes. João Calvino, em particular, pôs isto em prática de modo pleno, ordenando que os altares (há muito o centro da missa latina) fossem removidos das igrejas e que o púlpito com uma Bíblia aberta sobre ele fosse colocado no centro do prédio.58
Lutero também “...considerava a pregação como a parte central do culto público e colocava a pregação da Palavra até mesmo acima da sua leitura.”59 Timothy George descreve assim a contribuição de Lutero para a pregação: Lutero recuperou a doutrina paulina da proclamação: a fé vem pelo ouvir, o ouvir pela palavra de Deus... (Rm 10.17). Lutero não inventou a pregação mas a elevou a um novo status dentro do culto cristão... O sermão era a melhor e mais necessária parte da missa. Lutero investiu-o de uma qualidade quase sacramental, tornando-o o núcleo da liturgia... O culto protestante centrava-se ao redor do púlpito e da Bíblia aberta, com o pregador encarando a congregação, e não em volta de um altar com o sacerdote realizando um ritual semi-secreto. O ofício da pregação era tão importante que até mesmo os membros banidos da igreja não deviam ser excluídos de seus benefícios.60
Quanto aos puritanos, eles “anelavam ver a pregação da Palavra de Deus tornar-se central no culto.”61 O culto puritano culminava no sermão. Ryken observa que “os puritanos fizeram da leitura e exposição das Escrituras o evento principal do culto.” A pratica puritana da “profetização” (prophesying), um tipo de escola de profetas em que ministros pregavam um após o outro, com vistas ao treinamento de pregadores menos experientes,62 “contribuiu mais do que qualquer outro meio para promover e estabelecer a nova religião na Inglaterra” na época.63
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O Silêncio de Deus

TEMA: Deus
TITULO : O Silêncio de Deus
TEXTO: João 11 : 1 - 6
INTRODUÇÂO
Por quê às vezes parece que Deus não sabe, ou não quer intervir em nossos problemas ?
É evidente que o Senhor sabe de tudo o que acontece no universo, inclusive todas as nossas necessidades e dificuldades. Até nosso Senhor Jesus Cristo em Mateus 27:46 disse “Deus meu, Deus meu , por quê me desamparaste ?
No entanto , nosso Pai Celeste diz “Não vos inquieteis “. Pois Ele sabe de todas as investidas malignas contra nós , o inimigo nada faz que surpreenda ao nosso Deus , que pode desfazer as obras do diabo e tirar todas as nossas dificuldades e nos dar o que necessitamos , enfim nada é impossível para Deus.
Entretanto , porque às vezes temos a sensação de que Ele não sabe ou não pode ou não ouve os nossos pedidos .
Esta poderia ter sido a pergunta dos que estavam na casa de Lázaro. Pois :
( v. 6 ) – Jesus demorou dois dias para ir a casa de Lázaro.
( v. 14 ) – Jesus disse , Lázaro morreu.
A questão era , se Ele tivesse vindo na hora certa , nada disso teria acontecido. Quantas vezes não tem sido essa a nossa indagação : Por quê aconteceu ? Quando isso vai acabar ? Qual é a tua vontade Senhor ?
Transição : Através da experiência da família de Lázaro aprenderemos lições preciosas sobre o Silêncio de Deus :
Proposição :
DESENVOLVIMENTO
I . Aprenderemos que a nossa vida é projeto de Deus e visa a Sua glória e o nosso bem ( v. 4 )
A) O Senhor não ficou desesperado e saiu correndo , Vamos, Vamos....
B) Se é para Glória de Deus , ninguém pode impedir a execução do plano de Deus - No final tudo dará certo .
C) É bom sabermos com Deus recebe as noticias a nosso respeito – Nós ficamos aflitos com os diagnósticos dos médicos, com palavras duras de alguém, com as tragédias ,com a falta de dinheiro , etc... Mas quando o Senhor ouve essas coisas Ele Diz : ( Isaias 43 : 1 – 3 ) . Não temas....
Aplicação : Isso é promessa de Deus para nós , Ele sempre estará conosco , os períodos dificeis nunca serão definitivos.
Transição : Marta e Maria certamente puderam compreender os motivos do “atraso” de Jesus, Ele quer que nós aprendamos :
II . Que o tempo que Deus parece demorar para agir não significa descaso ou outras prioridades , mas sim o cumprimento de Sua agenda . ( v. 6 )
A) Havia um propósito divino naquele momento - Jesus de maneira alguma foi irresponsável e nem desprezou a dor da família de Lázaro .
B) Deus só tem boas intenções a nosso respeito – Ele sabia muito bem o que estava fazendo e que era o melhor para Lázaro.
C) Deus tem um plano para nossa vida que deverá se cumprir inevitavelmente. Isso não deve ser motivo de preocupação, pelo contrário estamos vivendo na companhia de um Deus que ofereu seu próprio filho para nos salvar.
Aplicação : É verdade que nem sempre Deus cura as enfermidades, nem ressuscita os mortos. Mas em (Rm 8:28 ) vemos que “Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, e são chamados segundo o seu propósito”. Não há nenhuma ausência em nossa vida que seja mais importante que a presença de Deus.
Transição : Jesus chegou no tempo certo, isto significa que Ele não se atrasa e está entre nós :
III . Aprendemos que Deus deseja desenvolver a nossa Fé ( v. 14 - 15 )
A) Havia um propósito divino naquele momento - Jesus de maneira alguma foi irresponsável e nem desprezou a dor da família de Lázaro .
B) Deus só tem boas intenções a nosso respeito – Ele sabia muito bem o que estava fazendo e que era o melhor para Lázaro.
C) Deus tem um plano para nossa vida que deverá se cumprir inevitavelmente. Isso não deve ser motivo de preocupação, pelo contrário estamos vivendo na companhia de um Deus que ofereu seu próprio filho para nos salvar.
Aplicação: Agora, como você disciplina seus filhos? Na Bíblia, Deus diz três coisas, se você vai disciplinar os seus filhos: Discipline seu filho...
1. CALMAMENTE (Pv. 29.11) Quantas vezes batemos nos filhos não porque eles estavam sendo disciplinados, mas para aliviar a nossa própria frustração?
2. RAPIDAMENTE (Pv. 13.24) Não use esta frase: "Espere até o seu pai/mãe chegar!" Há muitas coisas que a criança vai pensar durante aquele tempo.3. QUANDO NECESSÁRIO : Não se bate nos filhos o tempo todo!
Mães: se vocês têm crianças pequenas, ao invés de ficar dizendo mil vezes: "Não mexa aí “ o que você precisa fazer é tornar a sua casa à prova de crianças por algum tempo. Tire as coisas que quebram fácil e guarde-as.
Não discipline as crianças por serem crianças; você as disciplina por causa de rebeldia.
Transição: Então , se nós queremos ser como nosso Pai que está no céu nós precisamos :
IV. TER AMOR PARA COM NOSSOS filhos
A Bíblia é cheia de exemplos do amor de Deus por você e por mim.
Há três maneiras específicas que você precisa para expressar amor.
A. Através de Carinho : É o toque. Contato físico, abraços, beijos, tapinha nas costas. Mostre carinho pelos seus filhos. Mostre que você se preocupa com eles.
B. Através de Ajuda Moral. (Salmo 145.14 ) : Nós moldamos os nosso filhos através da maneira como falamos com eles. Você diminui seus filhos quando fala com eles? Não ridicularize seus filhos na frente dos outros! Edifique-os, encoraje-os a tentar coisas novas, sem ter medo de fracasso. Todo mundo elogia quando ele recebe nota "dez" na escola, quando ganha um concurso. Mas o que você diz quando ele perde? quando fracassa? ...Este é o momento que eles precisam ser encorajados.
C. Através de Atenção. Quando foi a última vez que você sentou com os seus filhos "olho a olho", sem pressa e disse a eles: "Papai e mamãe te amam, filho.vamos conversar" Nós sempre pedimos que Deus nos ouça durante nossas orações.
Transição: Então , se nós queremos ser como nosso Pai que está no céu nós precisamos :
V. SER INTEGRO COM NOSSOS filhos ( Pv. 20 : 7 )
Nós pais estamos ensinando o tempo todo. Se você tem filhos, saiba que eles prestam atenção em tudo que fazemos , o que você diz ao telefone, como você lê o jornal e como você responde à sua esposa ou ao seu marido.
Aplicação: Como nós temos demonstrado nossa INTEGRIDADE? Devemos observar duas maneiras.
Primeiramente, você não deve parecer perfeito. Você admite quando está errado ? Algumas vezes você tem que dizer aos seus filhos: "Eu sinto muito. Eu cometi um erro”. humildade. Seja honesto acerca dos seus erros porque você não é um pai perfeito, ou uma mãe perfeita.
E em segundo lugar, CUMPRA as suas promessas. A causa número um de amargura em muitas famílias são as promessas quebradas. "Papai, o senhor prometeu que ia me levar pra o futebol”. "Mamãe, você me prometeu..."
Se você não é um pai confiável, que idéia seus filhos terão a respeito de Deus? "Se Deus que está no céu é como meu pai na terra, eu não creio nele, pois, meu pai terreno não é confiável.
CONCLUSÃO
Alguém já disse: “Cada criança que nasce é uma prova de que Deus ainda não perdeu a esperança em relação à Humanidade”.
Se nós queremos ser como nosso Pai que está no céu nós precisamos Tratar nossos filhos da maneira como Deus nos trata .
ENTENDER SEUS FILHOS / ACEITAR SEUS FILHOS / DISCIPLINAR SEUS FILHOS / EXPRESSAR AMOR PARA SEUS FILHOS / SER COERENTE COM SEUS FILHOS.
INTRODUÇÂO
Por quê às vezes parece que Deus não sabe, ou não quer intervir em nossos problemas ?
É evidente que o Senhor sabe de tudo o que acontece no universo, inclusive todas as nossas necessidades e dificuldades. Até nosso Senhor Jesus Cristo em Mateus 27:46 disse “Deus meu, Deus meu , por quê me desamparaste ?
No entanto , nosso Pai Celeste diz “Não vos inquieteis “. Pois Ele sabe de todas as investidas malignas contra nós , o inimigo nada faz que surpreenda ao nosso Deus , que pode desfazer as obras do diabo e tirar todas as nossas dificuldades e nos dar o que necessitamos , enfim nada é impossível para Deus.
Entretanto , porque às vezes temos a sensação de que Ele não sabe ou não pode ou não ouve os nossos pedidos .
Esta poderia ter sido a pergunta dos que estavam na casa de Lázaro. Pois :
( v. 6 ) – Jesus demorou dois dias para ir a casa de Lázaro.
( v. 14 ) – Jesus disse , Lázaro morreu.
A questão era , se Ele tivesse vindo na hora certa , nada disso teria acontecido. Quantas vezes não tem sido essa a nossa indagação : Por quê aconteceu ? Quando isso vai acabar ? Qual é a tua vontade Senhor ?
Transição : Através da experiência da família de Lázaro aprenderemos lições preciosas sobre o Silêncio de Deus :
Proposição :
DESENVOLVIMENTO
I . Aprenderemos que a nossa vida é projeto de Deus e visa a Sua glória e o nosso bem ( v. 4 )
A) O Senhor não ficou desesperado e saiu correndo , Vamos, Vamos....
B) Se é para Glória de Deus , ninguém pode impedir a execução do plano de Deus - No final tudo dará certo .
C) É bom sabermos com Deus recebe as noticias a nosso respeito – Nós ficamos aflitos com os diagnósticos dos médicos, com palavras duras de alguém, com as tragédias ,com a falta de dinheiro , etc... Mas quando o Senhor ouve essas coisas Ele Diz : ( Isaias 43 : 1 – 3 ) . Não temas....
Aplicação : Isso é promessa de Deus para nós , Ele sempre estará conosco , os períodos dificeis nunca serão definitivos.
Transição : Marta e Maria certamente puderam compreender os motivos do “atraso” de Jesus, Ele quer que nós aprendamos :
II . Que o tempo que Deus parece demorar para agir não significa descaso ou outras prioridades , mas sim o cumprimento de Sua agenda . ( v. 6 )
A) Havia um propósito divino naquele momento - Jesus de maneira alguma foi irresponsável e nem desprezou a dor da família de Lázaro .
B) Deus só tem boas intenções a nosso respeito – Ele sabia muito bem o que estava fazendo e que era o melhor para Lázaro.
C) Deus tem um plano para nossa vida que deverá se cumprir inevitavelmente. Isso não deve ser motivo de preocupação, pelo contrário estamos vivendo na companhia de um Deus que ofereu seu próprio filho para nos salvar.
Aplicação : É verdade que nem sempre Deus cura as enfermidades, nem ressuscita os mortos. Mas em (Rm 8:28 ) vemos que “Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, e são chamados segundo o seu propósito”. Não há nenhuma ausência em nossa vida que seja mais importante que a presença de Deus.
Transição : Jesus chegou no tempo certo, isto significa que Ele não se atrasa e está entre nós :
III . Aprendemos que Deus deseja desenvolver a nossa Fé ( v. 14 - 15 )
A) Havia um propósito divino naquele momento - Jesus de maneira alguma foi irresponsável e nem desprezou a dor da família de Lázaro .
B) Deus só tem boas intenções a nosso respeito – Ele sabia muito bem o que estava fazendo e que era o melhor para Lázaro.
C) Deus tem um plano para nossa vida que deverá se cumprir inevitavelmente. Isso não deve ser motivo de preocupação, pelo contrário estamos vivendo na companhia de um Deus que ofereu seu próprio filho para nos salvar.
Aplicação: Agora, como você disciplina seus filhos? Na Bíblia, Deus diz três coisas, se você vai disciplinar os seus filhos: Discipline seu filho...
1. CALMAMENTE (Pv. 29.11) Quantas vezes batemos nos filhos não porque eles estavam sendo disciplinados, mas para aliviar a nossa própria frustração?
2. RAPIDAMENTE (Pv. 13.24) Não use esta frase: "Espere até o seu pai/mãe chegar!" Há muitas coisas que a criança vai pensar durante aquele tempo.3. QUANDO NECESSÁRIO : Não se bate nos filhos o tempo todo!
Mães: se vocês têm crianças pequenas, ao invés de ficar dizendo mil vezes: "Não mexa aí “ o que você precisa fazer é tornar a sua casa à prova de crianças por algum tempo. Tire as coisas que quebram fácil e guarde-as.
Não discipline as crianças por serem crianças; você as disciplina por causa de rebeldia.
Transição: Então , se nós queremos ser como nosso Pai que está no céu nós precisamos :
IV. TER AMOR PARA COM NOSSOS filhos
A Bíblia é cheia de exemplos do amor de Deus por você e por mim.
Há três maneiras específicas que você precisa para expressar amor.
A. Através de Carinho : É o toque. Contato físico, abraços, beijos, tapinha nas costas. Mostre carinho pelos seus filhos. Mostre que você se preocupa com eles.
B. Através de Ajuda Moral. (Salmo 145.14 ) : Nós moldamos os nosso filhos através da maneira como falamos com eles. Você diminui seus filhos quando fala com eles? Não ridicularize seus filhos na frente dos outros! Edifique-os, encoraje-os a tentar coisas novas, sem ter medo de fracasso. Todo mundo elogia quando ele recebe nota "dez" na escola, quando ganha um concurso. Mas o que você diz quando ele perde? quando fracassa? ...Este é o momento que eles precisam ser encorajados.
C. Através de Atenção. Quando foi a última vez que você sentou com os seus filhos "olho a olho", sem pressa e disse a eles: "Papai e mamãe te amam, filho.vamos conversar" Nós sempre pedimos que Deus nos ouça durante nossas orações.
Transição: Então , se nós queremos ser como nosso Pai que está no céu nós precisamos :
V. SER INTEGRO COM NOSSOS filhos ( Pv. 20 : 7 )
Nós pais estamos ensinando o tempo todo. Se você tem filhos, saiba que eles prestam atenção em tudo que fazemos , o que você diz ao telefone, como você lê o jornal e como você responde à sua esposa ou ao seu marido.
Aplicação: Como nós temos demonstrado nossa INTEGRIDADE? Devemos observar duas maneiras.
Primeiramente, você não deve parecer perfeito. Você admite quando está errado ? Algumas vezes você tem que dizer aos seus filhos: "Eu sinto muito. Eu cometi um erro”. humildade. Seja honesto acerca dos seus erros porque você não é um pai perfeito, ou uma mãe perfeita.
E em segundo lugar, CUMPRA as suas promessas. A causa número um de amargura em muitas famílias são as promessas quebradas. "Papai, o senhor prometeu que ia me levar pra o futebol”. "Mamãe, você me prometeu..."
Se você não é um pai confiável, que idéia seus filhos terão a respeito de Deus? "Se Deus que está no céu é como meu pai na terra, eu não creio nele, pois, meu pai terreno não é confiável.
CONCLUSÃO
Alguém já disse: “Cada criança que nasce é uma prova de que Deus ainda não perdeu a esperança em relação à Humanidade”.
Se nós queremos ser como nosso Pai que está no céu nós precisamos Tratar nossos filhos da maneira como Deus nos trata .
ENTENDER SEUS FILHOS / ACEITAR SEUS FILHOS / DISCIPLINAR SEUS FILHOS / EXPRESSAR AMOR PARA SEUS FILHOS / SER COERENTE COM SEUS FILHOS.
Erros de um filho que se achava certo
TEMA: Vida Cristã
TITULO : Erros de um filho que se achava certo
( Ler texto Bíblico ) TEXTO: Lc 15 : 25-32
INTRODUÇÂO
Comentar sobre o Filho Pródigo
Já aconteceu, alguma vez, de você ter se achado cheio de razão, e de ter dito com convicção: “É sim! Eu garanto! Tenho certeza absoluta do que estou dizendo!” ...e por fim, você descobriu que estava redondamente enganado em seu ponto de vista? Tente lembrar se você já passou por isto.
Esse texto que acabamos de ler conta a história de um homem que passou por esta experiência. Ele se achava completamente cheio de razão e não estava (justamente nos três aspectos em que se sentia tão seguro de si, ele estava totalmente enganado).
Proposição : Jesus contou esta história, querendo que as pessoas que O ouviam, se identificassem com este homem “certo” aos seus próprios olhos, mas errado aos olhos do Pai celestial
Transição: Observe o que Deus quer que reconheçamos com a história do homem certo que cometeu 03 erros..
DESENVOLVIMENTO
I . Fazer uma avaliação errada do seu irmão - v.30:
A) este irmão mais velho errou ao julgar o seu irmão – repare que ele já nem considerava o outro como seu irmão, pois disse “esse teu filho...” .
B) Ele não conseguiu ver o arrependimento do irmão – arrependido voltou e buscava a reconciliação.
C) Considerava o irmão como um perdido ,um rebelde, um ingrato que não merecia perdão. O Pai que agia corretamente, discordando do filho mais velho afirmou (v. 32 ).
Aplicação : Aprendamos que Deus é o nosso Pai misericordioso. Alguém pode ter errado com você, pode lhe ter feito o que é mal , mas quando Deus resolve receber de volta aquele que errou, nós não devemos fechar o nosso coração àquela pessoa,
Deus perdoa a alguém e acontece de algum irmão ficar triste, e diz: “Ah! Essa não! Deus converteu fulano ou Deus ta abençoando fulano... logo fulano que me fez isso, isso e aquilo outro... e agora vou ter que aturar ele na igreja!!”
Jesus deixou bem claro que a nós, filhos de Deus, cabe perdoar como o Pai perdoa. ( Is : 55 :7 )
Pense bem: haverá alguma pessoa para quem você tem fechado a cara e negado o perdão? ...esse é um erro que o filho mais velho cometeu e que você não deve cometer
Transição : O segundo erro do homem que se julgava certo, foi...
II . Fazer uma avaliação errada do seu Pai ( v 28 – 29 )
A) Este homem errou novamente, agora ao murmurar contra o seu pai.- Ele reclamava ser alvo de um tratamento desigual. Sentia-se injustiçado.
B) A Bíblia, no Velho Testamento, mostra de como os judeus murmuraram contra Deus no deserto, duvidando se Ele estaria mesmo presente e se Ele realmente cumpriria suas promessas.
C) Será que alguém aqui, acha que Deus não está sendo justo... que o está tratando com desigualdade? Deus não faz acepção de pessoas. Todos são amados. A questão é que Deus é misericordioso e o nosso coração ainda é duro...
Aplicação : aprenda a ser grato e fiel para com o Pai... você deve lutar para não cair no exemplo deste filho que se achava certo, mas que errava gravemente ao murmurar.
Transição : O terceiro erro desse homem que se julgava certo, foi esse
III . Fazer uma avaliação errada de sí mesmo ( v 45)
A) Este falso censo de justiça própria é terrivelmente prejudicial para o indivíduo. Infalível, perfeito, justo... nenhum de nós o é!
B) Dispensou a humildade. A soberba é avenida para o desastre... Não se deixe dominar por este sentimento.
C) os grandes homens de Deus foram todos humildes. Moisés , Gideão... Jeremias... Pedro. Foram abençoados e serviram ao Senhor , porque antes de tudo, foram humildes. Souberam reconhecer suas limitações diante de Deus.
Aplicação: Portanto, para não cair no erro do filho mais velho: Lembre-se que Deus não aceita ao soberbo, mas dá graça ao humilde.
CONCLUSÃO
Estes foram os três erros do homem que se julgava absolutamente certo:
Ele fechou a cara para o irmão, negando-lhe o perdão;
Ele murmurou contra o pai, achando-se alvo de injustiça;
Ele dispensou a humildade, achando-se muito perfeito e bom.
O pior de tudo: com esses erros ele ficou privado da festa...
Desafio : Quem sabe, nesta noite, você também veio pensando que tudo estava perfeito em sua vida e agora, por um toque de Deus no seu coração, descobriu que há algo para mudar.
Será que você está com problemas para perdoar alguém? Sua comunhão está rompida com algum outro irmão e você tem se negado a liberar perdão?
Ou talvez você esteja envolvido no pecado da murmuração: tem duvidado da fidelidade do Senhor, tem sido ingrato para com Ele, achando que Ele tem sido injusto...
Ou ainda, pode ser que você esteja sofrendo do mal da soberba. Você tem se esquecido de que os méritos da sua salvação, vem do sangue de Jesus e não de suas atitudes... Há soberba, orgulho, em seu coração?
É tempo para você se consertar... Ore agora e peça ao Espírito Santo para purificá-lo. Saia daqui, nesta noite, livre destes erros. ( louvor : Se tu olhares Senhor ..... )
TITULO : Erros de um filho que se achava certo
( Ler texto Bíblico ) TEXTO: Lc 15 : 25-32
INTRODUÇÂO
Comentar sobre o Filho Pródigo
Já aconteceu, alguma vez, de você ter se achado cheio de razão, e de ter dito com convicção: “É sim! Eu garanto! Tenho certeza absoluta do que estou dizendo!” ...e por fim, você descobriu que estava redondamente enganado em seu ponto de vista? Tente lembrar se você já passou por isto.
Esse texto que acabamos de ler conta a história de um homem que passou por esta experiência. Ele se achava completamente cheio de razão e não estava (justamente nos três aspectos em que se sentia tão seguro de si, ele estava totalmente enganado).
Proposição : Jesus contou esta história, querendo que as pessoas que O ouviam, se identificassem com este homem “certo” aos seus próprios olhos, mas errado aos olhos do Pai celestial
Transição: Observe o que Deus quer que reconheçamos com a história do homem certo que cometeu 03 erros..
DESENVOLVIMENTO
I . Fazer uma avaliação errada do seu irmão - v.30:
A) este irmão mais velho errou ao julgar o seu irmão – repare que ele já nem considerava o outro como seu irmão, pois disse “esse teu filho...” .
B) Ele não conseguiu ver o arrependimento do irmão – arrependido voltou e buscava a reconciliação.
C) Considerava o irmão como um perdido ,um rebelde, um ingrato que não merecia perdão. O Pai que agia corretamente, discordando do filho mais velho afirmou (v. 32 ).
Aplicação : Aprendamos que Deus é o nosso Pai misericordioso. Alguém pode ter errado com você, pode lhe ter feito o que é mal , mas quando Deus resolve receber de volta aquele que errou, nós não devemos fechar o nosso coração àquela pessoa,
Deus perdoa a alguém e acontece de algum irmão ficar triste, e diz: “Ah! Essa não! Deus converteu fulano ou Deus ta abençoando fulano... logo fulano que me fez isso, isso e aquilo outro... e agora vou ter que aturar ele na igreja!!”
Jesus deixou bem claro que a nós, filhos de Deus, cabe perdoar como o Pai perdoa. ( Is : 55 :7 )
Pense bem: haverá alguma pessoa para quem você tem fechado a cara e negado o perdão? ...esse é um erro que o filho mais velho cometeu e que você não deve cometer
Transição : O segundo erro do homem que se julgava certo, foi...
II . Fazer uma avaliação errada do seu Pai ( v 28 – 29 )
A) Este homem errou novamente, agora ao murmurar contra o seu pai.- Ele reclamava ser alvo de um tratamento desigual. Sentia-se injustiçado.
B) A Bíblia, no Velho Testamento, mostra de como os judeus murmuraram contra Deus no deserto, duvidando se Ele estaria mesmo presente e se Ele realmente cumpriria suas promessas.
C) Será que alguém aqui, acha que Deus não está sendo justo... que o está tratando com desigualdade? Deus não faz acepção de pessoas. Todos são amados. A questão é que Deus é misericordioso e o nosso coração ainda é duro...
Aplicação : aprenda a ser grato e fiel para com o Pai... você deve lutar para não cair no exemplo deste filho que se achava certo, mas que errava gravemente ao murmurar.
Transição : O terceiro erro desse homem que se julgava certo, foi esse
III . Fazer uma avaliação errada de sí mesmo ( v 45)
A) Este falso censo de justiça própria é terrivelmente prejudicial para o indivíduo. Infalível, perfeito, justo... nenhum de nós o é!
B) Dispensou a humildade. A soberba é avenida para o desastre... Não se deixe dominar por este sentimento.
C) os grandes homens de Deus foram todos humildes. Moisés , Gideão... Jeremias... Pedro. Foram abençoados e serviram ao Senhor , porque antes de tudo, foram humildes. Souberam reconhecer suas limitações diante de Deus.
Aplicação: Portanto, para não cair no erro do filho mais velho: Lembre-se que Deus não aceita ao soberbo, mas dá graça ao humilde.
CONCLUSÃO
Estes foram os três erros do homem que se julgava absolutamente certo:
Ele fechou a cara para o irmão, negando-lhe o perdão;
Ele murmurou contra o pai, achando-se alvo de injustiça;
Ele dispensou a humildade, achando-se muito perfeito e bom.
O pior de tudo: com esses erros ele ficou privado da festa...
Desafio : Quem sabe, nesta noite, você também veio pensando que tudo estava perfeito em sua vida e agora, por um toque de Deus no seu coração, descobriu que há algo para mudar.
Será que você está com problemas para perdoar alguém? Sua comunhão está rompida com algum outro irmão e você tem se negado a liberar perdão?
Ou talvez você esteja envolvido no pecado da murmuração: tem duvidado da fidelidade do Senhor, tem sido ingrato para com Ele, achando que Ele tem sido injusto...
Ou ainda, pode ser que você esteja sofrendo do mal da soberba. Você tem se esquecido de que os méritos da sua salvação, vem do sangue de Jesus e não de suas atitudes... Há soberba, orgulho, em seu coração?
É tempo para você se consertar... Ore agora e peça ao Espírito Santo para purificá-lo. Saia daqui, nesta noite, livre destes erros. ( louvor : Se tu olhares Senhor ..... )
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