Sábado, 4 de Julho de 2009

Quando o homem quer ele faz. Palio Weekend Elétrico

Palio Weekend Elétrico
Bateria tem autonomia para 120 km, segundo a Fiat. Se fosse vendido, custaria cerca de R$ 140 mil.
Fugir do conceito de carrinho de golfe para desenvolver um carro elétrico que tenha como público empresas atentas ao uso de energia renovável foi a briga comprada pela Fiat, em 2006, quando fechou um acordo com as empresas Itaipu Binacional e a suíça KWO, para o desenvolvimento do Palio Weekend Elétrico. Três anos depois, o supervisor de inovação e veículos especiais da Fiat, Leo Cavaliere, abre as portas do galpão montado dentro do complexo da usina hidrelétrica, em Foz do Iguaçu (PR), e mostra como é o projeto do carro movido totalmente a energia elétrica. O G1 testou o Palio Weekend Elétrico em vias asfaltadas dentro da usina de Itaipu.
Carro atinge a velocídade máxima de 100 km/h
A primeira pergunta de qualquer pessoa que liga o carro é: “está ligado mesmo?”. Isso porque o motor elétrico é silencioso — barulho mesmo só se ligar o circulador de ar. Após acostumar com o silêncio, é hora de tirar o carro do lugar. Há uma demora na resposta do carro, mas é a única. No resto do percurso ele tem comportamento semelhante a um carro 1.0 com motor a combustão. Já o funcionamento dos pedais é igual ao de um carro automático.

Motor elétrico é fabricado pela KWO
O propulsor gera potência máxima de 15 Kw (20 cv) e torque máximo de 50 Nm (5,1 kgfm), mas se comportou bem ao levar quatro pessoas, considerando que o Palio Weekend não é um carro pequeno e que só a bateria pesa 165 kg. Ela é composta por sais — como cloretos de sódio e níquel —, por isso, é 100% reciclável e tem autonomia de 120 km, de acordo com a Fiat.

A velocidade máxima é de 100 km/h e a aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 28 segundos. No roteiro traçado pela Fiat foi possível chegar a apenas 70 km/h. O freio é bem sensível, mas não é em toda frenagem que ele precisará ser acionado. Ao acionar um botão no painel, toda vez que o pé for tirado do acelerador, a energia “recarrega” a bateria e o carro reduz a velocidade, ou seja, funciona como um “freio-motor”.

O conjunto de freios foi recalibrado para o projeto, assim como a suspensão, que agüenta bem o peso do carro. Na comparação com o Palio Weekend, o desempenho é inferior, mas não deixa a desejar, por se tratar de um veículo elétrico. Em relação à ergonomia, visibilidade e acabamento, o carro é o mesmo. Externamente, o modelo é igual a qualquer outro da gama.

No entanto, o interior muda bastante. A alavanca de câmbio foi substituída por um joystick com três posições – Drive, Neutro e Ré.O painel possui um mostrador de autonomia e energia gerada e a capacidade do porta-malas foi comprometida pela bateria. Como a bateria não tem efeito memória e o carro pode ser plugado em qualquer tomada, a Fiat recomenda sempre colocá-lo para abastecer quando for desligado. O tempo total de recarga é de oito horas.

Para deslocamento de equipes e material em empresas, o carro cumpre bem seu objetivo. Ao trazer o conceito para o cotidiano de uma pessoa que investiria R$ 140 mil para ter um Palio elétrico, também. Obviamente, como um veículo alternativo para o uso na cidade, principalmente para quem tem o automóvel como meio de transporte para o trabalho.
Palio é abastecido em Itaipu também por energia gerada por células solares (Foto: Divulgação)

Linha de montagem do Palio Weekend Elétrico Por R$ 140 mil
O Palio recebe diversas modificações para a entrada na linha de montagem artesanal. O sistema elétrico, desenvolvido pela KWO, chega ao país desmontado, por isso, a primeira parte do processo é montá-lo. Aos poucos, motor, bateria e outros componentes são instalados no carro.

De acordo com Cavaliere, o modelo custa cerca de R$ 140 mil e, por enquanto, é voltado apenas para as empresas parceiras do projeto, como Ampla, CPFL, CPFL, Eletrobras, Cemig, Copel, Furnas, Correios, entre outras.

Segundo o supervisor, além do preço, o que impossibilita a venda do carro para pessoas físicas é a inviabilidade de produção em escala, até porque o sistema é importado e terceirizado. Outros dois motivos são a necessidade de aperfeiçoar a bateria, para diminuir seu peso e tamanho e aumentar a autonomia, e a falta de uma rede de abastecimento em postos, lojas, estacionamentos etc.

“Está difícil arrumar ajuda governamental para o aperfeiçoamento de um projeto como esse. Até o imposto cobrado é acima dos outros porque é classificado como ‘veículo especial’”, observa Cavaliere.

Segunda-feira, 29 de Junho de 2009

PESCADORES DE AQUÁRIOS

Segundo o evangelho de Mateus 4.18-19. Aqueles homens seriam transformados em pregadores do evangelho. Para quem eles pregariam o evangelho? Marcos 16.15-16, que diz: “E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai (gr. Keríksate, proclamai) o evangelho (gr. euangélion, boa-nova) a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo (gr. sothesetai); quem, porém, não crer será condenado.
Fica claro aqui, que a grande missão da igreja ao ser constituída seria pregar a “boa-nova” aos “não-salvos”, para que ouvindo, pudessem crer recebendo o Senhor Jesus como salvador.
O que são “pescadores de aquários”? Este termo identifica aqueles obreiros, pregadores, pastores, irmãos, etc., que abandonam suas Convenções, Denominações, Igrejas, Congregações, etc., e partem para abrir uma nova Convenção, Denominação, Igreja, congregação, etc. Acontece que ao invés de partirem para pregar o evangelho aos não crentes, por uma questão de comodidade, esperteza e “coisas semelhantes a estas”, resolvem ir à busca dos que já são salvos, membros e congregados de outras igrejas.
Segue abaixo algumas práticas e estratégias de como agem os “pescadores de aquários”:
1. Promovem eventos e convidam os crentes das outras igrejas para participarem. Este convite tem como propósito assediar os irmãos, ou seja, tentar conquistá-los, fazer com que deixem sua igreja de origem.
2. Há também aqueles que descaradamente vão às casas dos irmãos, de porta em porta e os convidam sem muito protocolo para se associar a ele. A pescaria aqui é feita com “vara”.
3. São grandes oradores, pregam bonito, falam em línguas, choram, profetizam bênçãos, se apresentam sempre com uma aparência impecável. Soltam a voz e apelam: “você meu irmão venham, aqui a oração é mais forte, a benção chega mais rápido, a saúde, o dinheiro
4. Recebem em suas igrejas crentes sob disciplina, doentes espiritualmente, em pecado, problemáticos, insubmissos, rebeldes, etc., e sem nenhum tratamento ou cuidado especial arrumam logo um cargo ou ocupação para não deixar o peixe (de aquário) escapar.
5. Seu testemunho de vida é totalmente fora da palavra, os pescadores de aquários não param em igreja nenhuma, pois sempre acham problemas, sempre estão de malas prontas. Pois muitos não curso teológico, mas tem de pescador.
De fato, estes “pescadores de aquários” não estão comprometidos com o crescimento do reino de Deus, mas sim, com o seu fracionamento. Enquanto dividem o reino, procuram tirar proveito, enchendo os próprios bolsos, ampliando seu patrimônio pessoal e adquirindo o status de donos de igrejas, presidentes de convenções, ministérios, e por ai vai.

Cuidado com os “pescadores de aquários”, você pode ser o próximo peixe!!!!!!!!

Quinta-feira, 25 de Junho de 2009

Michael Jackson morre aos 50 anos


Rei do pop foi levado a hospital de Los Angeles nesta quinta (25).Ele foi declarado morto às 18h26, horário de Brasília.
Michael Jackson, considerado o Rei do Pop, morreu na tarde desta quinta-feira (25) após sofrer parada cardíaca e ser levado às pressas para o hospital UCLA Medical Center, em Los Angeles. O cantor de 50 anos não estava respirando quando os paramédicos chegaram à sua casa e deu entrada no hospital em estado de coma.

A morte de Jackson foi confirmada pelo porta-voz do Instituto Médico Legal de Los Angeles, Fred Corral, em entrevista à rede de TV CNN pouco antes das 20h30, horário de Brasília.

"Posso dizer neste momento que fomos informados por investigadores do Departamento de Polícia de Los Angeles Oeste que Jackson foi levado (...) para o hospital. Ao dar entrada, estava sem os sinais vitais e foi declarado morto por volta das 14h26 esta tarde [18h26, horário de Brasília]", declarou Corral à CNN.

Antes, o site do jornal "New York Times" publicou que uma autoridade da cidade de Los Angeles "afirmou que ele morreu à 1h07 PM, horário do Pacífico [17h07, Brasília]". Segundo o porta-voz do IML, uma autópsia "provavelmente" será realizada na sexta-feira. Ele preferiu não especular sobre a causa da morte.

Fãs de Michael Jackson choram na porta de hospital (Foto: Reuters/Mario Anzuoni )
"As coisas ainda estão acontecendo. Estamos nos comunicando com o hospital para transportar Jackson para nossas instalações, onde ele será examinado para determinarmos a causa da morte", acrescentou. "Até onde eu sei, fomos informados por investigadores da polícia de Los Angeles que Jackson foi levado pelos paramédicos para o hospital com uma parada cardíaca severa, e que depois foi declarado morto". A rede de televisão Fox News afirmou que uma entrevista coletiva será realizada em breve no hospital. De acordo com nota publicada no site do "LA Times", o oficial Steve Ruda disse que Jackson não estava respirando quando os paramédicos chegaram à sua casa. Eles realizaram reanimação cardiopulmonar no local antes de conduzir Jackson para o hospital.

Procurado pelo site especializado em celebridades "E! Online", o pai do astro, Joe Jackson, disse que ele teve uma parada cardíaca. "Ele não está bem", afirmou. "A mãe dele está indo para o hospital neste momento para vê-lo. Não tenho certeza do que aconteceu. Estou esperando uma resposta deles." O porta-voz do corpo de bombeiros de Los Angeles, Devin Gales, disse que os paramédicos atenderam a um chamado feito no endereço do cantor às 12h21 locais. Procurado pela AFP, o agente do cantor, Tohme E. Tohme, não foi encontrado para comentar a internação.


Foto: Reuters/Stefan Wermuth
O cantor Michael Jackson, em foto de março passado, durante conferência de imprensa na qual anunciou a série de shows que faria em Londres neste ano (Foto: Reuters/Stefan Wermuth)
Tentativa de retorno
Michael Jackson, que completou 50 anos em agosto de 2008, anunciou em maio o adiamento de alguns dos shows de uma extensa temporada que ele faria em Londres neste ano. A noite de abertura na O2 Arena, marcada inicialmente para o dia 8 de julho, foi remarcada para o dia 13 do mesmo mês, segundo os produtores. Além disso, algumas apresentações foram transferidas para 2010. O adiamento das datas aumentou as especulações de que Jackson estaria sofrendo de problemas de saúde.

Dicas aos Pregadores

Jorge Schutz Dias - Professor de Homilética da Faculdade Teológica Batista de S. Paulo

O propósito desta breve lista de sugestões homiléticas não é minimizar, sintetizar ou banalizar o estudo sério acerca da atuação do pregador no púlpito. O uso do púlpito e a postura do pregador diante dos ouvintes merecem estudo aprofundado tanto sob o prisma da autoridade espiritual de quem anuncia a Palavra, quanto dos aspectos que envolvem a comunicação verbal e gestual modernas.
Não pense, portanto, que em cumprindo as "Dicas" o sucesso será imediato. Elas servirão mais para identificar deficiências do que superá-las. Por esta razão, ao reconhecer vícios no seu desempenho como pregador procure ajuda imediatamente, antes que os maus hábitos sejam incorporados a sua personalidade pública. E a um pregador desprestigiado, sobra-lhe somente um lugarzinho obscuro entre os de terceira linha.
É possível mudar; melhorar é um desafio diário. Esforço pessoal, vontade de servir melhor ao Senhor e ao Seu povo, são alicerces que sustentam os bons propósitos do pregador evangélico sério em nossos dias.

DICAS
1. Extensão do Sermão
O Sermão deve ser curto ou longo? Como decidir entre os dois? Observe a fisionomia dos ouvintes, se eles aparentam cansaço e apatia é bom caminhar para a conclusão. O que é melhor? - Um sermão curto sem conteúdo, ou um sermão longo com profundidade bíblica? Nenhum dos dois. Observe o auditório!

2. Ilustrações
As ilustrações jocosas, alegres e descontraídas cabem melhor no início do sermão. Seja mais solene ao concluir. Use preferivelmente ilustrações verdadeiras, colhidas na experiência do dia-a-dia.

3. Dicção Correta
Comer os "s" finais e introduzir sons vocálicos refletem pouca cultura e desprestígio à língua portuguesa. Exemplos: Jesus, não Jesuis. Fomos, não fômu. ... e muitos outros.

4. Tom de Voz
Com sua voz o pregador denuncia sua convicção. Gritar e esmurrar o púlpito não convencem, nem escondem o caráter do pregador. Module a voz. Fale alto, baixo, rápido, vagarosamente. Voz monótona dá sono!

5. Anúncio do Texto Bíblico
Ao enunciar o texto bíblico seja claro quanto ao livro e preciso na referência. Aguarde até que o auditório tenha localizado o texto.

6. Aplicação Prática
Seja prático nas aplicações. O que é melhor dizer? - "Levemos Jesus ao mundo" (genérico), ou "Ao chegar em sua casa hoje, pegue o telefone, ligue para sua mãe que não é crente e diga-lhe: mamãe eu amo você e Jesus a ama também..."

7. Esboço do Sermão
Decore o esboço do sermão. Cada vez que o pregador deixa de "olhar no olho" dos ouvintes, parcela deles se desliga. Mantenha os ouvintes plugados!

8. Gestos
Os gestos do pregador reforçam os verbos. Gesticulação sem propósito denuncia o nervosismo do pregador, e não causa bom efeito nos ouvintes.

9. O Uso do Microfone
O microfone é um amigo do pregador! Não dê pancada nele antes de usá-lo. No caso de dificuldades em conviver com ele, faça um curso e aprenda a usar o recurso.

10. Autenticidade
Pregue, de preferência, os seus sermões. Pregue sermões de outros pregadores, quando desejar. Ao fazê-lo, diga a fonte. Não é feio omitir, é desonesto! Alguém descobrirá o plágio e você cairá em descrédito.
11. Apelo
Apele sem apelação. Diga claramente o que você pretende que o ouvinte faça em reação ao sermão recém apresentado. No caso de não haver manifestações , não ameace o auditório com "pragas infernais".

12. Expressão Facial
Mantenha uma fisionomia tranqüila. Não é preciso sorrir sempre... O auditório vê o sermão no semblante do pregador, antes de ouvi-lo através de sua voz.

13. Movimentação
Caminhar na plataforma é um bom exercício para o pregador e uma excelente maneira de arremessar o auditório para fora do sermão. Procure aquietar-se!

14. Clareza
Ao ler o texto básico do sermão, respeite a pontuação e enfatize os termos que serão explicados e aplicados durante a mensagem.
15. Emoção
O pregador pode chorar. Há ocasiões em que isto é inevitável durante o sermão. É espontâneo e natural, não mero artifício de comunicação. Mas, se o chorar se tornar um hábito do pregador é preciso averiguar a real origem dessa emoção, e sugere-se ao pregador que procure ajuda com profissional especializado.

16. Chavões
A grande massa evangélica produz a sua gíria. Chavões circulam no meio do povo como "axioma teológico". Cabe ao pregador fugir dessas expressões inócuas, tais como: "Amém, irmãos!" - "Uma bênção... Uma Maravilha!", "O toque de Deus", e outras . Usá-las no sermão reflete pobreza de exegese bíblica e falta de vocabulário.

17. Desculpas
Ao pregador não cabe o pedir desculpas pelo conteúdo da mensagem que foi, ou será apresentada. Desculpar-se não é bom nem antes, nem depois do sermão. A falsa humildade revela verdadeiro desleixo.

18 Tiques
O pregador, nervoso, repete o mesmo gesto. Leva a mão ao nó da gravata, pigarreia, arruma os óculos no rosto... Todo o gesto repetido desperta a atenção do ouvinte e desvia-o do sermão. Controle-se. Observe-se a si mesmo!
Antes que os adolescentes façam piadas de você!

19. Dirigindo-se a todos
Há templos com galeria, e em muitos templos outros o coral fica postado na plataforma atrás do pregador Temos assim uma dificuldade para o contato visual! Não raro o mensageiro se esquece destes dois segmentos do auditório, e em nenhum momento se quer dirige-lhes o olhar. Você não fará assim! Vire-se suave e cortesmente, e fale aos coristas. Olhe para o alto e demonstre que você reconhece a presença, e agradece a atenção dos presentes apinhados na galeria.

20. O início do sermão
Os cinco minutos iniciais do sermão são cruciais, e dão duas certezas aos ouvintes.
A primeira: O pregador sabe o que vai dizer. Ele domina o assunto. (ou, não sabe o que dizer!)
A Segunda: O pregador conhece texto no qual vai pregar (ou, está usando o texto por pretexto).
Lembre-se: Você tem 300 segundos para justificar a sua presença diante da congregação!

Quarta-feira, 24 de Junho de 2009

CRISTIANISMO DE MENTE VAZIA

O que Paulo escreveu acerca dos judeus não crentes de seu tempo poderia ser dito, creio, com respeito a alguns crentes de hoje: “Porque lhes dou testemunho de que eles têm zelo por Deus, porém não com entendimento”. Muitos têm zelo sem conhecimento, entusiasmo sem esclarecimento. Em outras palavras, são inteligentes, mas faltam-lhes orientação.
Dou graças a Deus pelo zelo. Que jamais o conhecimento sem zelo tome o lugar do zelo sem conhecimento! O propósito de Deus inclui os dois: o zelo dirigido pelo conhecimento, e o conhecimento inflamado pelo zelo. É como ouvi certa vez o Dr. John Mackay dizer, quando era presidente do Seminário de Princeton: “A entrega sem reflexão é fanatismo em ação, mas a reflexão sem entrega é a paralisia de toda ação”.
O espírito de anti-intelectualismo é corrente hoje em dia. No mundo moderno multiplicam-se os programatistas, para os quais a primeira pergunta acerca de qualquer idéia não é: “É verdade?” mas sim: “Será que funciona?”. Os Jovens têm a tendência de ser ativistas, dedicados na defesa de uma causa, todavia nem sempre verificam com cuidado se sua causa é um fim digno de sua dedicação, ou se o modo como procedem é o melhor meio para alcançá-lo. Um universitário de Melbourne, Austrália, ao assistir a uma conferência na Suécia, soube que um movimento de protesto estudantil começara em sua própria universidade. Ele retorcia as mãos, desconsolado. “Eu devia estar lá”, desabafou, “para participar.
O protesto é contra o que?” Ele tinha zelo sem conhecimento.
Mordecai Richler , um comentarista canadense, foi muito claro a esse respeito: “O que me faz Ter medo com respeito a esta geração é o quanto ela se apóia na ignorância. Ser o desconhecimento geral continuar a crescer, algum dia alguém se levantará de um povoado por aí dizendo Ter inventado... a roda”.
Este mesmo espectro de anti-intelectualismo surge freqüentemente para perturbar a Igreja cristã. Considera a teologia com desprazer e desconfiança. Vou dar alguns exemplos.
Os católicos quase sempre têm dado uma grande ênfase no ritual e na sua correta conduta. Isso tem sido, pelo menos, uma das características tradicionais do catolicismo, embora muitos católicos contemporâneos (influenciados pelo movimento litúrgico) prefiram o ritual simples, para não dizer o austero. Observe-se que o cerimonial aparente não deve ser desprezado quando se trata de uma expressão clara e decorosa da verdade bíblica. O perigo do ritual é que facilmente se degenera em ritualismo, ou seja, numa mera celebração em que a cerimônia se torna um fim em si mesma, um substituto sem significado ao culto racional.
Por outro lado, há cristãos radicais que concentram suas energias na ação política e social. A preocupação do movimento ecumênico não é mais ecumenismo em si, ou planos de união de igrejas, ou questões de fé e disciplina; muito pelo contrário, preocupa-se com problema de dar alimento aos famintos, casa aos que não tem moradia; com o combate ao racismo, com os direitos dos oprimidos; com a promoção de programas de ajuda aos países em desenvolvimento, e com o apoio aos movimentos revolucionários do terceiro mundo. Embora as questões da violência e do envolvimento cristão na política sejam controvertidos, de uma maneira geral deve-se aceitar que luta pelo bem estar, pela dignidade e pela liberdade de todo homem, é da essência da vida cristã. Entretanto, historicamente falando, essa nova preocupação deve muito de seu ímpeto à difundida frustração de que jamais se alcançará um acordo em matéria de doutrina. O ativismo ecumênico desenvolve-se com reação à tarefa de formulação teológica, a qual não pode ser evitada, se é que as igrejas neste mundo devam ser reformadas e renovadas, para não dizer, unidas.
Grupos de cristãos pentecostais, muitos dos quais fazem da experiência o principal critério da verdade. Pondo de lado a questão da validade do que buscam e declaram, uma das características mais séria, de pelo menos alguns neo-pentecostais, é o seu declarado anti-intelectualismo.
Um dos líderes desse movimento disse recentemente, a propósito dos católicos pentecostais, que no fundo o que importa” não é a doutrina, mas a experiência”. Isso equivale a por nossa experiência subjetiva acima da verdade de Deus revelada. Outros dizem crer que Deus propositadamente dá às pessoas uma expressão inteligente a fim de evitar a passagem por suas mentes orgulhosas, que ficam assim humilhadas. Pois bem. Deus certamente humilha o orgulho dos homens, mas não despreza a mente que ele próprio criou.
Estas três ênfases - a de muitos católicos no ritual, a de radicais na ação social, e a de alguns pentecostais na experiência - são, até certo ponto, sintomas de uma só doença, o anti-intelectualismo.
São válvulas de escape para fugir à responsabilidade, dada por Deus, do uso cristão de nossas mentes.
Num enfoque negativo, eu daria como substituto este trabalho “a miséria e a ameaça do cristianismo de mente vazia”. Mais positivamente, pretendo apresentar resumidamente o lugar da mente na vida cristã. Passo a dar uma visão geral do que pretendo abordar. No segundo capítulo, a título de introdução, apresentarei alguns argumentos - tanto seculares como cristãos - a favor da importância do uso de nossas mentes. No terceiro, constituindo a tese principal, descreverei seis aspectos da vida e responsabilidade cristãs, nos quais a mente tem uma função indispensável. Concluindo , procurarei prevenir contra o extremo oposto, também perigoso, de abandonar um anti-intelectualismo superficial para cair num árido super-intelectualismo. Não estou em defesa de uma vida cristã seca, sem humor, teórica, mas sim de uma viva devoção inflamada pelo fogo da verdade. Anseio por esse equilíbrio bíblico, evitando-se os extremos do fanatismo. Apressar-me-ei em dizer que o remédio para uma visão exagerada do intelecto não é nem depreciá-lo , nem negligenciá-lo, mas mantê-lo no lugar indicado por Deus, cumprindo o papel que ele lhe deu.
John Stott

Segunda-feira, 15 de Junho de 2009

Parte 3 - Os Evangélicos exibida no Jornal Nacional - Batistas e Adventistas.

Sábado, 13 de Junho de 2009

A primeira lição que um obreiro tem de aprender é obediência à autoridade

Estamos sob a autoridade dos homens como também temos homens sob nossa autoridade. Esta é a nossa posição. Até mesmo o Senhor Jesus na terra não só se encontrava sob a auto­ridade de Deus mas também sob a autoridade de outros. A autoridade se encontra em toda parte. Há autoridade na escola, há autoridade no lar. O guarda na rua, embora talvez tenha menos instrução que você, foi estabelecido por Deus como autoridade sobre você. Sempre que alguns irmãos em Cristo se reúnem, imediata­mente estabelece-se uma ordem espiritual. Um obreiro cristão deveria saber quem está acima dele. Alguns não sabem quais são as autoridades que estão acima deles, por isso não obedecem. Não deveríamos nos preocupar com o certo e o errado, com o bem ou o mal; antes, deveríamos saber quem é a autoridade sobre nós. Quando ficamos sabendo a quem devemos estar sujeitos, naturalmente encontramos nosso lugar no corpo. Quantos cristãos hoje em dia não têm a menor ideia do que seja submissão. É por isso que exis­te tanta confusão e desordem. Por causa disto, a obediência à autoridade é a primeira lição que um obreiro deveria aprender; e também ocupa um grande lugar no trabalho propriamente dito.
Pastor Zico

Certo ou errado, está na mão de Deus

A ação do homem não deve ser governada pelo conhecimento do bem ou do mal; deve ser motivada pelo senso de obediência. O princípio do bem e do mal é viver de acordo com o que é certo ou errado. Antes de Adão e Eva comerem do fruto proibido, o que era certo e errado para eles estava na mão de Deus. Se não vivessem diante de Deus, não saberiam nada, pois o que era certo e errado para eles se encontrava real¬mente no próprio Deus. Consequentemente, de¬pois da queda os homens não precisaram mais descobrir em Deus o senso do certo e do errado, Já o tinham neles mesmos. Este foi o resultado da queda. A obra da redenção é levar-nos de volta ao lugar onde encontramos o que é certo ou errado para nós em Deus.


Pastor Zico

Quarta-feira, 20 de Maio de 2009

Olha para trás, Olhe para frente


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Sexta-feira, 8 de Maio de 2009

Pregação Chocante (Paul Washer)